Hoje é 1 de abril.
O chamado “Dia das Mentiras”.E não sei se te lembras, mas no ano passado partilhei um pouco sobre a origem deste dia.Se estás por aqui há mais tempo, talvez isto te soe familiar 🙂 E se chegaste recentemente, então “Welcome” 🥰
Existem várias teorias sobre esta data. Uma das mais conhecidas diz que tudo começou quando o calendário mudou, no século XVI. Antes, o Ano Novo era celebrado no final de março, e quem continuou a festejar nessas datas passou a ser alvo de brincadeiras, como se estivesse “fora do tempo”.Com o tempo, isso transformou-se numa tradição. Um dia em que a mentira é quase permitida.
Conta-me, qual foi a tua situação mais engraçada neste dia?!
Agora fora de brincadeira, de facto, as mentiras mais impactantes nem sempre são as que contamos neste dia… são as que repetimos dentro de nós.
Quantas vezes dás por ti a pensar:“Não sou capaz.”
“Isto não é para mim.”
“Já é tarde.”
“Não tenho tempo.”
Frases que, muitas vezes, passam despercebidas assim no literal, mas que influenciam a forma como vivemos, pensamos e agimos.
E por isso te trago uma reflexão, hoje, talvez possas fazer algo muito simples.Observar(-te)!
Sem julgamento.
Sem pressão para mudar tudo.
Só reparar no que tens vindo a acreditar…e perguntar, com calma: “isto é mesmo verdade?”Às vezes, esse pequeno espaço de consciência já muda tudo.
E talvez o Dia das Mentiras possa ser isso também.
Um convite subtil à tua verdade.



